Tradução - Translation - Traducción

Parceiro


Excelência em prestação de serviços

Oferecemos suporte de qualidade aos nossos clientes, para apoiá-los nas seguintes atividades:

· Solução de dúvidas, incluindo apoio na seleção da melhor opção entre diversas disponíveis.

· Instalação e manutenção de equipamentos, bem como implementação de soluções técnicas e gerenciais.

· Sistema de registro de chamados de forma a permitir atendimento personalizado e acompanhamento do status do chamado, durante o tempo de resposta.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Escala Richter


Charles F. Richter, criador da escala Richter
Durante o anúncio de um terremoto, sempre é falado sobre quantos graus o fenômeno atingiu na escala Richter. Mas afinal, o que é e como funciona essa unidade de medida?
A escala Richter foi criada em 1935 pelo sismólogo estadunidense Charles F. Richter, integrante do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Richter, para a realização de sua escala, analisou as ondas sísmicas e coletou números de vários terremotos anteriormente registrados. Essa escala foi desenvolvida para medir a magnitude dos terremotos, que consiste no ato de quantificar a energia liberada no foco do terremoto.
É uma escala que se inicia no grau zero e é infinita (teoricamente), no entanto, nunca foi registrado um terremoto igual ou superior a 10 graus na escala Richter. Um dos fatores é que ela se baseia num princípio logarítmico, ou seja, um terremoto de magnitude 6, por exemplo, produz efeitos dez vezes maiores que um outro de 5, e assim sucessivamente. Os terremotos mais violentos já registrados atingiram 9,2 graus, no Japão, em 1992, e 9,5 graus, em 1960, no Chile. Os dois apresentam magnitudes altíssimas, podendo causar destruição total de lugares habitados, porém, no primeiro caso, o sismo atingiu uma região desabitada. Já o terremoto no Chile, em 1960, atingiu uma área habitada, causando a morte de, aproximadamente, 5.700 pessoas, além de deixar mais de 2 milhões de feridos.
O poder de destruição de um terremoto não está relacionado apenas à sua magnitude, ou seja, nem sempre um sismo de maior magnitude será mais destrutivo que um de menor magnitude. Vários fatores influenciam nesse fenômeno: profundidade do hipocentro (ponto interior onde ocorre a fratura principal), a distância entre o ponto e o epicentro (local onde é registrada a maior magnitude dos abalos), as condições geológicas e a estrutura de engenharia dos edifícios atingidos.
Em locais habitados, os terremotos podem ter, na maioria das vezes, os seguintes efeitos:
- Inferiores a 3,5 graus: raramente são notados.
- De 3,5 a 5,4 graus: geralmente sentido, mas raramente causa danos.
- Entre 5,5 a 6 graus: provocam pequenos danos em edifícios bem estruturados, no entanto, seus efeitos são arrasadores em edifícios de estrutura precária.
- De 6,1 a 6,9 graus: causa destruição em áreas de até 100 quilômetros de raio.
- De 8 a 8,5 graus: é considerado um abalo fortíssimo, causando destruição da infraestrutura.
- De 9 graus: destruição total.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seguidores