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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Arkansas


Little Rock
Arkansas é um dos cinqüenta Estados americanos. O mesmo localiza-se na região sudeste do país, limitando-se com os Estados de Missouri ao norte, Louisiana ao sul, Tennessee a leste, e Oklahoma a oeste. Os primeiros povos europeus a explorar a região foram os espanhóis. A França passou a dominar o território em 1800, tendo vendido o mesmo para os Estados Unidos em 1803. Arkansas só foi elevado à categoria de Estado no ano de 1819.

A indústria, o comércio, a agropecuária e a extração mineral são as principais atividades econômicas praticadas no Estado. Seu clima é bastante ameno, com temperaturas médias de 2ºC no inverno e 27ºC no verão. Os maiores grupos étnicos presentes no Arkansas são os americanos (15,9% da população), afro-americanos (14,2%), irlandeses (9,5%), alemães (9,3%) e ingleses (7,9%).

A capital e maior cidade do Estado é Little Rock.

Arqueologia


Arqueologia
O estudo do comportamento humano é de fundamental importância para compreendermos aspectos da organização espacial. Através da Arqueologia, ciência responsável pelo estudo do passado por meio de vestígios materiais, é possível identificar e analisar objetos de civilizações da antiguidade, proporcionando informações sobre sua cultura e o seu modo de vida.
Os primeiros registros de estudos arqueológicos são oriundos do século XVI, durante o movimento Renascentista. Nesse momento teve início uma série de discussões acerca do método utilizado para analisar os estágios da organização social em diferentes períodos.
Com o passar das décadas, o desenvolvimento de novas técnicas exerceu grande importância para o estudo arqueológico, passando a ser utilizados instrumentos de precisão que auxiliam nas escavações e análises dos artefatos.
Nessa seção, o leitor poderá se inteirar sobre os aspectos elementares da Arqueologia, visto que estão disponibilizados textos sobre o conceito dessa ciência, seu histórico, o método utilizado para se encontrar um sítio arqueológico, características dos fósseis, além de uma “viagem ao passado”, através de uma série de seis artigos.
A análise crítica desse material fornece subsídios para entendermos o comportamento de civilizações antigas, como os indivíduos se relacionavam, as primeiras formas de escrita, a representação dos aspectos naturais, os artefatos, etc.
Boa leitura, ou melhor, boa “viagem” ao passado.
 
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

Artigos de Arqueologia

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Arquipélago de Galápagos


Aspecto de uma das ilhas do arquipélago.
O Arquipélago de Galápagos é considerado um refúgio ecológico localizado há aproximadamente 1.000 quilômetros do litoral do Equador. Esse arquipélago é constituído por 58 ilhas que fazem parte dos domínios do Equador, dessas, somente quatro são ocupadas por homens, nessas ilhas é possível encontrar uma rica biodiversidade, além de abrigar animais endêmicos como as tartarugas dos Galápagos que possui 1,80 m de comprimento, chega a pesar 225 kg e vive até os 150 anos. O lugar atraiu centenas de pesquisadores por ser considerado um grande laboratório biológico.

O conjunto de ilhas do arquipélago é formado a partir de manifestações vulcânicas que surgiram há cerca de 5 milhões de anos. Provavelmente os animais chegaram ao arquipélago e no decorrer do longo processo evolutivo e outros fatores determinantes, como as barreiras impostas pela biogeografia, derivaram seres vivos particulares, ou seja, que são encontrados somente em determinadas ilhas, o isolamento geográfico impediu que houvesse troca genética entre os seres.

As ilhas Galápagos atraíram importantes estudiosos, especialmente o naturalista Charles Darwin que, a partir das observações feitas no lugar, desenvolveu algumas teorias, além de servir como base para elaboração de obras como A viagem do Beagle e A origem das espécies. Atualmente é um Patrimônio Natural da UNESCO.
Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

As águas como modeladoras do relevo


O Grand Cânion (EUA) é um exemplo claro de relevo esculpido pela ação das águas.
O relevo em qualquer ponto do planeta é formado através de fatores internos (endógenos) e externos (exógenos). No caso específico das águas, como um agente modelador, é um fator externo, em razão de sua atuação sobre a superfície terrestre.

O relevo é esculpido externamente em decorrência, dentre outras coisas, de processos erosivos. Tal processo destrói e reconstrói a paisagem, alterando a configuração do relevo. As erosões que interferem na formação do relevo possuem várias origens, dentre as quais estão: ação das geleiras, dos ventos e das águas, além das intervenções antrópicas.

Em distintos pontos do planeta, as precipitações figuram como o meio que mais se destaca na formação do relevo, uma vez que as águas das chuvas resultam em enxurradas, e, em alguns casos, deslizamentos de encostas. Esse último se dá por causa da elevada quantidade de água contida no solo, que leva-o a entrar em um estágio de saturação. Quando atinge esse ponto, o solo ganha muito peso, não suporta e rompe, produzindo o deslizamento de uma enorme quantidade de solo nas encostas. Muitas vezes o solo não absorve água em razão do deslocamento rápido das enxurradas, não ocasionando o deslizamento, no entanto, ocorre a formação de fendas ou valetas na superfície. As valetas ganham proporções maiores e se transformam em voçorocas.

As alterações sofridas pelo relevo provenientes da ação da água da chuva são denominadas de erosão pluvial. Porém, esse não é o único caso, o relevo recebe interferência das águas de rios e também do mar. A erosão fluvial é o nome dado à atuação das águas dos rios no processo de modelagem do relevo. Isso acontece, em geral, quando o rio é de planalto, dessa forma as águas se deslocam dos pontos mais altos em direção aos mais baixos. Nesse trajeto, as águas vão lentamente desgastando o relevo (tornando o rio mais largo e aumentando a profundidade do mesmo). Em contrapartida, nos rios de planície o que acontece é a acumulação de sedimentos.

O mar também contribui na configuração do relevo, neste caso, do litoral. Isso ocorre quando as águas se chocam com as rochas, causando fendas na base das mesmas, formando as falésias (paredões íngremes localizados a beira do mar). Esse processo é provocado pelas águas oceânicas e recebe o nome de erosão marinha. Além disso, as águas oceânicas depositam sedimentos no litoral, formando assim, praias e restingas.
Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

terça-feira, 5 de julho de 2011

Ascensão da pobreza nos Estados Unidos


Atualmente, milhões de americanos passam fome.
A maior potência mundial em nível político, econômico e militar, não está imune à incidência de pobreza. No ano de 2006, nos Estados Unidos, houve aumento de 12,7% da pobreza do país, informações obtidas pelo próprio censo norte-americano.

De acordo com os dados coletados na pesquisa, existem aproximadamente 37 milhões de pessoas com qualidade de vida abaixo do padrão americano, ou seja, em condição de pobreza.

No mundo, somente os asiáticos conseguiram diminuir os níveis de pobreza de 11,8% para 9,8% em 2006, além disso, o percentual entre a população idosa também teve um decréscimo de 10,2% no ano de 2003 para 9,8% em 2004.

O critério para identificar a pobreza nos Estados Unidos tem como base o número de membros da família e a renda produzida. Nos padrões norte-americanos, uma família constituída por quatro indivíduos e com rendimentos anuais até US$ 19.157 são considerados pobres.

No caso de uma pessoa idosa, o critério muda quanto ao valor da receita, ou seja, aquela acima de 65 anos que mora sozinha e que tem renda inferior a US$ 9 060 ao ano é considerada pobre.
Essa é uma questão que preocupa as autoridades, uma vez que no ano de 2000 foi a última vez que houve queda nas taxas de pobreza. Outro dado importante concebido no censo foi a respeito da média de renda no país, de acordo com uma pesquisa realizada em 2004, em geral, os americanos têm uma renda anual de US$ 44 389.

A renda nos Estados Unidos é dividida de forma distinta quanto à etnia, a prova disso é que em geral os que ganham menos são os negros, ao contrário dos asiáticos, que são os que ganham mais.

Esse fenômeno social tende a aumentar no país, mesmo com o modesto crescimento vivido em anos anteriores que promoveu o surgimento de milhões de vagas de emprego. No entanto, esse parece ser um problema que nesse século não será vivido somente pelas nações subdesenvolvidas, pois integrará países desenvolvidos.
Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

ASEAN


Símbolo da ASEAN
Criada em 8 de agosto de 1967, a ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático) surgiu de um acordo entre Cingapura, Indonésia, Filipinas, Malásia e Tailândia, para assegurar o desenvolvimento econômico e a estabilidade política da região. Atualmente, os países integrantes da ASEAN são: Brunei Darussalam, Camboja, Cingapura, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Tailândia e Vietnã.

Os principais objetivos dessa associação são: acelerar o crescimento econômico, progresso social e desenvolvimento cultural na região e promover a paz e a estabilidade através do respeito e justiça entre os países integrantes.

Os países membros da ASEAN adotaram durante a conferência de 1976 o Tratado de Amizade e Cooperação, que apresenta os seguintes princípios fundamentais: o respeito mútuo pela independência, soberania, igualdade, integridade territorial, identidade nacional; o direito de cada Estado para conduzir a sua existência nacional, livre de interferências externas; não ingerência nos assuntos internos de outro país; a renúncia à ameaça ou uso da força; cooperação eficaz entre si.

Países membros da ASEAN
Alguns acordos foram estabelecidos entre os países integrantes da ASEAN, em 1992 foi criada a zona de livre comércio, sendo implantada gradativamente até 2008. Outros projetos estão sendo criados com o intuito de facilitar a circulação de pessoas de negócio, fortalecer as instituições da ASEAN e acelerar a integração regional nos setores prioritários (viagens aéreas, produtos eletrônicos, pescas, saúde, produtos à base de borracha, têxteis e confecções, turismo e produtos de madeira).

A Associação das Nações do Sudeste Asiático busca a integração econômica entre os países membros, pretendendo obter o desenvolvimento econômico com equidade e redução da pobreza e desigualdade socioeconômicas até 2020.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

Aspectos da população africana


Grande parte da população africana vive em precárias condições.
A África é, sem dúvida, o continente que apresenta os piores indicadores sociais do mundo. O continente africano abriga, atualmente, cerca de 930 milhões de habitantes. Desse total, grande parte se concentra na Nigéria, Egito, Etiópia, República Democrática do Congo e África do Sul, que são países mais populosos.

As regiões que apresentam maiores densidades demográficas são aquelas que possuem solos férteis, como o vale fluvial e o delta dos rios Nilo e Níger, além da costa litorânea, lugar com boa incidência de chuvas.

As regiões da África que apresentam baixa densidade demográfica compreendem as áreas desérticas, como o deserto do Saara (África Islâmica), deserto da Namíbia e do Calaari e nas florestas do Congo (África Subsaariana).

Atualmente, o continente tem passado por um intenso processo de urbanização, mesmo assim, são restritos os centros urbanos de grande porte, as maiores cidades são Cairo (Egito), com cerca de 7 milhões de habitantes; Alexandria (Egito), com 4 milhões; Lagos (Nigéria), com 7 milhões; Casablanca (Marrocos), com 3,7 milhões; Kinshasa (República Democrática do Congo), com 9 milhões; Argel (Argélia), com 2,5 milhões; e Cidade do Cabo (África do Sul), com 3,4 milhões.
 

Imagem real de degradação humana.
Os países africanos possuem as piores taxas de mortalidade (13,5%), além de apresentar elevada taxa de natalidade (35,2%) e o maior crescimento vegetativo do mundo (2,17%), mostrando que a qualidade de vida da população é decadente. A fome e a AIDS são problemas que atingem a África quase que na totalidade.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas, cerca de 150 milhões de africanos não ingerem a quantidade mínima de calorias diárias, e mais 23 milhões correm o risco de morrer de fome.

Todos os problemas sociais identificados na África (miséria, fome, desemprego, guerras, dentre muitas outras) podem ser agravados, tendo em vista que se o crescimento vegetativo continuar no mesmo passo (cerca de 1,9% ao ano), em 2015 a população africana será de 1 bilhão de habitantes. Fato que irá desencadear um aumento pela procura de alimentos, aumentando a fome.
Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

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