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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Espanha 3

Novas eleições deram o poder outra vez, em 1979, ao partido liderado por Adolfo Suárez, a União do Centro Democrático. Dificuldades políticas, no entanto, levaram Suárez a renunciar, em janeiro de 1981. No dia em que o Parlamento deveria dar posse ao novo presidente do governo, Leopoldo Calvo-Sotelo, também membro da UCD, ministros e deputados foram seqüestrados, no plenário das Cortes, por um grupo de guardas-civis. A atitude firmemente constitucional do monarca fez fracassar o golpe de estado.

Nas eleições disputadas um ano mais tarde, o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) obteve maioria absoluta, mas a atuação moderada do primeiro-ministro Felipe González decepcionou seus partidários mais radicais. Ainda assim o partido conseguiu maioria absoluta nas eleições de 1986 e 1989. Nas eleições de 1993, voltou a triunfar.

Apesar do crescimento contínuo do desemprego - que no final da década de 1980 afetava mais de vinte por cento da população ativa - o governo do PSOE conseguiu manter uma situação estável nos anos seguintes, graças, em parte, a um crescimento moderado, mas sustentado da economia. A partir de 1986 a Espanha tornou-se membro efetivo da Comunidade Econômica Européia.

Instituições políticas

O sistema político espanhol é regido pela constituição aprovada no referendo de 6 de dezembro de 1978, que reconheceu o direito à autonomia das nacionalidades e regiões do país. A forma política do estado é a monarquia parlamentar, e a soberania nacional reside no povo. São reconhecidas as liberdades religiosa, sindical e de partidos políticos, e se afirma à submissão dos cidadãos e dos poderes públicos à lei. A maioridade ocorre aos 18 anos. O poder legislativo é constituído pelas Cortes Gerais, compostas pelo Congresso dos Deputados e pelo Senado, cujos membros são eleitos por sufrágio universal a cada quatro anos, a menos que haja dissolução prévia das câmaras.

O chefe de estado é o monarca constitucional, cujo sucessor tem o título de príncipe de Astúrias.
Cabe ao rei propor um candidato à presidência do governo, o qual terá de ser aceito pela Câmara dos Deputados. O Conselho de Estado é o mais alto órgão consultivo do governo. O Tribunal Supremo constitui a última instância judiciária, mas o Tribunal Constitucional tem jurisdição sobre casos que envolvam os direitos constitucionais.

A Espanha é membro da Organização das Nações Unidas e de suas agências especializadas, do Conselho da Europa, da Comunidade Econômica Européia e da maior parte das organizações de cooperação técnica e econômica do continente, bem como da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Mantém um tratado de amizade e cooperação com os Estados Unidos e está estreitamente vinculada à maior parte dos países latino-americanos e as suas organizações regionais.

Organização territorial

Territorialmente, o país divide-se em municípios, províncias e comunidades autônomas. Estas últimas, organizadas segundo a constituição de 1978, constituem a forma pela qual se articulam no sistema político as diversas regiões e nacionalidades, anteriormente submetidas ao poder central. As comunidades autônomas possuem seus próprios parlamentos e governos, e em algumas delas o idioma autóctone é co-oficial, com o castelhano. O governo central se reserva numerosos poderes, mas o conjunto constitui um sistema muito próximo a um estado federativo.

Continua em vigor a divisão do território espanhol em províncias, mas desde a criação das comunidades autônomas esta estrutura administrativa perdeu grande parte de seu conteúdo. A divisão em províncias, feita em 1833, levara em conta os antigos reinos peninsulares; por essa razão, as novas comunidades autônomas se constituíram pela aglutinação de territórios provinciais, sem necessidade de segregar partes para recompor nacionalidades históricas.

Sociedade

Os diferentes indicadores socioeconômicos mostram a Espanha, desde meados da década de 1980, como um país desenvolvido. No entanto, a tardia expansão industrial, mesmo tendo permitido a completa superação do estágio de subdesenvolvimento, deixou a Espanha a uma considerável distância dos países do centro e norte da Europa. A antiga desigualdade social, mais visível nas regiões espanholas do sul que nas do norte, reduziu-se sensivelmente na década de 1960, quando a economia nacional experimentou forte desenvolvimento.

As profundas diferenças existentes entre o meio urbano e o rural, e entre as regiões industrializadas e as mais atrasadas, perderam força por efeito de um crescimento econômico que beneficiou todas as camadas da população. No final do século XX, o país era socialmente estável, de tipo europeu ocidental. A estabilidade política parecia mais ameaçada, pelas tendências desagregadoras surgidas em algumas nacionalidades, particularmente no País Basco, onde uma minoria procurava obter a independência nacional.

Em um contexto de liberdade sindical, existiam duas centrais sindicais hegemônicas: as Comissões Operárias, ligadas a diversos partidos comunistas, e a União Geral dos Trabalhadores, vinculada ao Partido Socialista Operário Espanhol. Comparada com a de outros países europeus, a filiação sindical, tal como a filiação a partidos políticos, era baixa.

A rede sanitária estatal é a mais importante do país, e embora não tenha ainda a eficiência da dos países europeus mais ricos, é relativamente complexa e desenvolvida. O país conta ainda com numerosos hospitais e institutos médicos beneficentes e gratuitos, pertencentes à Igreja Católica, à Cruz Vermelha e a outras instituições privadas.

No que diz respeito ao ensino elementar, praticamente toda a população infantil é assistida, mas nos níveis de segundo grau e universitário há ainda uma demanda reprimida. O país conta também com universidades e colégios privados.

O catolicismo é amplamente majoritário entre a população, em conseqüência dos históricos vínculos entre a igreja e o estado e à perseguição de outras confissões religiosas. Embora a sociedade espanhola tenha passado por um intenso processo de laicização na segunda metade do século XX, a Igreja Católica continua a exercer notável influência sobre a opinião pública e a receber um tratamento especial por parte do estado, sem prejuízo da liberdade religiosa, assegurada pela constituição de 1978. Grupos minoritários professam o islamismo, diversos credos protestantes e o judaísmo.

Cultura

A Espanha foi, durante séculos, o ponto de encontro de duas civilizações, a árabe e a européia. Tal fato determinou numerosas peculiaridades da cultura espanhola, que, sem deixar de ser ocidental, está marcada por séculos de convivência com o mundo muçulmano.

Nos séculos XVI e XVII não ocorreu na Espanha o intenso processo de secularização que afetou os países do norte do continente, e isso causou uma alteração no caminho seguido pela cultura espanhola, a que faltaram, entre outros, os componentes burgueses que caracterizaram o restante da Europa. Não obstante, na época da dinastia Habsburgo, e mais concretamente no século XVI e na primeira metade do século XVII, o país passou por um brilhante período artístico e literário, o chamado Século de Ouro.

Grandes artistas situaram a cultura espanhola na vanguarda do mundo ocidental: escritores e dramaturgos como Miguel de Cervantes, Mateo Alemán, Luis de Góngora, Francisco de Quevedo, Lope de Vega e Pedro Calderón de la Barca; arquitetos como Juan de Herrera e José de Churriguerra; e pintores como El Greco, Zurbarán, Velásquez e Murillo. No aspecto científico, contudo, o país permaneceu na retaguarda do mundo moderno. Os impulsos inovadores dos séculos XVIII e XIX não bastaram para "europeizar" a Espanha. Entre os europeus do norte ocorreu no século XIX um movimento romântico que tendeu a ver no sul dos Pireneus apenas o exótico, e não a realidade de uma cultura fundamentalmente européia, embora atrasada.

Depois do florescimento das gerações de 98 e 27 e da decadência cultural do pós-guerra, em fins do século XX a Espanha se abriu plenamente às correntes intelectuais européias e mundiais, sem que isso significasse uma renúncia às peculiares formas hispânicas de entender a vida.
Uma notável característica espanhola é a grande diversidade de conteúdos de sua cultura popular, variáveis segundo a região ou a nacionalidade.

Assim, regiões inteiras desconhecem as touradas, enquanto a música flamenca - considerada fora do país como a arte espanhola por excelência - só é cultivada em algumas poucas. Já a florescente produção literária em catalão, galego e idioma basco é muito pouco conhecida no exterior.

Século XX. A partir dos últimos anos do século XIX ocorreu um extraordinário despertar da criatividade espanhola nos campos literário, artístico, científico e filosófico. Entre as grandes figuras da cultura espanhola do início do século XX figuram os escritores Pérez Galdós, Leopoldo Alas (Clarín), Blasco Ibáñez, Miguel de Unamuno, Antonio Machado, Pío Baroja e Ramón del Valle Inclán; o dramaturgo Jacinto Benavente; o cientista Santiago Ramón y Cajal; o historiador Marcelino Menéndez Pelayo; o filósofo Romón Menéndez Pidal; o arquiteto Antonio Gaudí; os pintores Isidro Nonell, Santiago Rusiñol, Darío de Regoyos, Ignacio Zuloaga e Joaquín Sorolla; e os músicos Manuel de Falla, Isaac Albéniz e Enrique Granados.

A chamada Geração de 1910 caracterizou-se por uma forte conexão com as correntes culturais européias. Entre muitos outros, merecem destaque os ensaístas Eugenio d'Ors, Gregorio Marañón e José Ortega y Gasset; os historiadores Américo Castro e Claudio Sánchez Albornoz; os escritores Gabriel Miró e Ramón Gómez de la Serna; e o poeta Juan Ramón Jiménez. A Geração de 1927 levou a lírica espanhola a sua máxima altura, com Federico García Lorca, Rafael Alberti, Luis Cernuda, Vicente Aleixandre e Dámaso Alonso, entre outros.

Na arquitetura, a Espanha conheceu um brilhante período criativo nos anos anteriores à guerra civil. O engenheiro Eduardo Torroja foi um precursor na criação de grandes estruturas em concreto armado, e os arquitetos José Luis Sert e Secundino Zuazo incorporaram as concepções racionalistas às suas realizações.
Por sua vez, a história da pintura universal do século XX foi profundamente marcada pelos espanhóis Pablo Picasso, Juan Gris, Joan Miró, Antoni Tàpies e Salvador Dali.

A guerra civil produziu um corte brusco na produção intelectual. Alguns dos grandes criadores, como García Lorca, morreram durante seu transcurso, e grande número de outros teve de exilar-se ao final. Literatos como Ramón J. Sender, Max Aub, Juan Ramón Jiménez, Jorge Guillén e Fernando Arrabal trabalharam no exílio. No panorama cultural interno surgiram Camilo José Cela e Carmen Laforet.

Na década de 1980, a cultura espanhola se normalizou e se diversificou. O cinema, malgrado o reduzido suporte industrial, apresentou obras de grande valor, graças a diretores como Luis Buñuel, Luis García Berlanga, Juan Antonio Bardem, Carlos Saura ou Manuel Gutiérrez Aragón. A criação literária, bastante influenciada pela hispano-americana, em um universo cultural já muito unificado, adquiriu um dinamismo intenso, semelhante ao da indústria editorial.

População da Espanha

A população da Espanha é composta por cerca de 45,3 milhões de habitantes. O país convive com movimentos separatistas do povo basco, que reivindica a independência da porção norte do território espanhol.

A população da Espanha é uma das maiores do continente europeu
A população da Espanha é uma das maiores do continente europeu
 
Formada por 45.316.586 habitantes, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população da Espanha é uma das maiores da Europa. A densidade demográfica, também chamada de população relativa, é de aproximadamente 90 habitantes por quilômetro quadrado; o crescimento demográfico é de 1% ao ano.

A região que atualmente corresponde ao território espanhol foi habitada por fenícios, gregos, cartagineses, romanos, visigodos, entre outros povos. Atualmente, os principais povos são castelhanos, catalães, galegos, andaluzes e bascos, que reivindicam a independência da região Basca, localizada na porção norte da Espanha.

A maioria da população da Espanha reside em áreas urbanas: 77,4%. Madri, capital nacional, é a cidade mais populosa do país, com cerca de 3,2 milhões de habitantes. Outras cidades com grande concentração populacional são: Barcelona (1.621.537), Valença (814.208), Sevilha (703.206) e Zaragoza (674.317).

De acordo com dados divulgados em 2010 pela Organização das Nações Unidas (ONU), a Espanha possui Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) muito alto, com média de 0,863, ocupando o 20° lugar no ranking mundial, composto por 169 países. Entre os bons indicadores estão as baixas taxas de analfabetismo e de mortalidade infantil (apenas 4 para cada mil nascidos vivos).

Dados da população da Espanha:

População: 45.316.586 (Homens: 22.360.217; Mulheres: 22.956.369).

Densidade demográfica: 90 hab./ km².

Crescimento demográfico anual: 1%.

População urbana: 77,4%.

População rural: 22,6%.

Idiomas: Espanhol, basco, galego, catalão.

Religiões: Cristianismo 90,1% (católicos 85%, outros 5,1%), agnosticismo e ateísmo 8,1%, islamismo 1,6%, outras 0,2%.

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,863 (muito alto).

Esperança de vida ao nascer: 81,3 anos.

Taxa de mortalidade infantil: 4 óbitos a cada mil nascidos vivos.

Renda per capita: 32.605 dólares.

Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Wisconsin


Milwaukee
Localizado na região centro-leste dos Estados Unidos, Wisconsin é um dos 50 Estados americanos. O mesmo limita-se com Michigan e o Lago Superior ao norte, Lago Michigan a leste, Illinois ao sul, e com Iowa e Minnesota a oeste. Até 1763, a região era dominada pelos franceses; após esse período foi passada para o controle do Reino Unido. Em 1783, após o fim da Guerra de Independência dos Estados Unidos, os americanos finalmente assumiram o controle do território. O Estado de Wiscosin foi oficialmente criado em 29 de maio de 1848.

O mesmo possui grandes lagos, como o Winnebago, o qual tem 557 quilômetros quadrados, e várias quedas d’água. Cerca de 48% de seu território é coberto por florestas. O Estado possui um clima temperado com invernos bastante frios. Os verões costumam ser muito quentes no interior, já que nas regiões próximas aos Grandes Lagos as temperaturas costumam ser mais amenas.

Wisconsin se destaca na agropecuária, uma vez que é o maior produtor de leite dos Estados Unidos e possui o maior rebanho bovino do país. Entretanto, o perfil de sua economia tem mudado ao longo dos anos. Atualmente, os setores que geram mais riqueza para o Estado são os de serviços financeiros e imobiliários, indústria de manufatura e turismo.

Wisconsin é um Estado pioneiro em muitos aspectos, como na adoção de direitos trabalhistas, abolição da pena de morte e na educação. Sua população é composta em sua maioria por brancos (87,3%), principalmente alemães, irlandeses e poloneses, e protestantes (55%). Sua maior cidade é Milwaukee, conhecida como “The Genuine American City” (a autêntica cidade americana).

Wyoming


Cheyenne
Wyoming é um Estado americano situado na região dos Estados das Montanhas Rochosas. O mesmo limita-se com o Estado de Montana ao norte, Dakota do Sul e Nebraska a leste, Utah e Colorado ao sul, e Utah e Idaho a oeste. Embora possua o décimo maior território dos Estados Unidos, Wyoming é o que apresenta a menor população e, conseqüentemente, uma das menores densidades populacionais.

Um dos motivos para isso talvez seja sua localização geográfica, uma vez que o mesmo não é situado próximo ao litoral. Sua geografia é caracterizada por regiões planálticas e zonas montanhosas. Wyoming abriga a maior reserva natural dos Estados Unidos: o Parque Nacional Yellowstone.

Grande parte de seu território é árido e recebe menos de 250 mm de chuva por ano. Por isso, as temperaturas no Estado tendem a ser mais extremas do que em outras regiões do país, resultando em uma grande amplitude térmica.

O principal setor econômico de Wyoming é, sem dúvida, o turismo. Só em 2002, cerca de seis milhões de pessoas visitaram seus monumentos e parques nacionais. Além do Parque Nacional Yellowstone, as outras principais atrações turísticas são o Grand Teton National Park, o Devils Tower National Monument e o Fossil Butte National Monument. Outro setor de importância fundamental é a agropecuária.

A população do Estado é composta em sua maioria por brancos (88,9%), principalmente alemães e ingleses, e protestantes (53%). A capital e maior cidade de Wyoming é Cheyenne, a qual possui uma população relativamente pequena: 55.362 habitantes (2005).

Estônia


Bandeira da Estônia
Localizada no continente europeu, a Estônia é um dos três países Bálticos (os outros dois são: a Letônia e a Lituânia). Seu território faz fronteiras com a Rússia (a leste), Letônia (ao sul), com o Golfo da Finlândia (ao norte), além de ser banhado pelo mar Báltico (a oeste). O país possui mais de 800 ilhas, as maiores são a Saaremaa e Hiiumaa.

A população da Estônia apresenta várias características culturais semelhantes à Finlândia. A nação compunha a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), no entanto, um plebiscito realizado em 1991 estabeleceu a independência do país, obtido com 78% dos votos. No dia 20 de agosto do mesmo ano, a URSS reconheceu a autonomia da Estônia, sendo essa, a data da independência do país.

Diferentemente da maioria das nações da extinta URSS, a Estônia não integra a Comunidade dos Estados Independentes (CEI). O país se aproximou da Finlândia e da Suécia nas relações comerciais.
A Estônia apresenta economia sólida, sendo o setor de serviços, o maior responsável pela economia nacional. O setor industrial baseia-se na indústria de processamento, têxtil, telecomunicações e automobilística. A construção civil, comércio e segmento de comunicações são outros elementos importantes. O cultivo de batata e variados vegetais são os principais produtos agrícolas do país.

Brasão de Armas da Estônia
Dados da Estônia:

Extensão territorial: 45.100 km².

Localização: Europa.

Capital: Tallinn.

Clima: Temperado continental.

Governo: República com forma mista de governo.

Divisão administrativa: 15 condados.

Idioma: Estoniano (oficial), russo.

Religião: Cristianismo, 65,1% (sem filiação, 26%, protestantes, 17,2%, ortodoxos, 16,4%, outros, 5,5%), sem religião, 24,4%, ateísmo, 10%, outras, 0,5%.

População: 1.340.263 habitantes. (Homens: 617.997; Mulheres: 722.266).

Composição Étnica: Estonianos, 62%, russos 30%, ucranianos, 3%, bielo-russos, 1,8%, finlandeses, 1,1%, outros, 2,1%.

Densidade demográfica: 29,7 hab./km².

Taxa média anual de crescimento populacional: - 0,1%.

População residente em área urbana: 69,45%.

População residente em área rural: 30,55%.

População subnutrida: menor que 5%.

Esperança de vida ao nascer: 71,3 anos.

Domicílios com acesso a água potável: 100%.

Domicílios com acesso a rede sanitária: 95%.

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,812 (muito alto).

Moeda: Coroa estoniana.

Produto Interno Bruto (PIB): 23 bilhões de US$.

PIB per capita: 15.932 de US$.

Relações exteriores: Banco Mundial, FMI, OMC, ONU, OTAN, UE.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

Etiópia

Bandeira da Etiópia.
Bandeira da Etiópia.
 
A Etiópia ou República Federal Democrática da Etiópia é um país da África localizado na região nordeste do continente. Seu território limita-se ao norte com Eritreia; a oeste, com o Sudão; ao sul, com o Quênia; e a leste, com a Somália. O país possui uma população de aproximadamente 82,8 milhões de habitantes distribuídos ao longo de uma área de 1 104 300 km².


Addis Ababa, capital da Etiópia.

Aproximadamente 80% do PEA (População Economicamente Ativa) do país estão inseridos no setor primário, mais precisamente na agricultura; que é a principal fonte de renda, correspondendo a 90% do PIB (Produto Interno Bruto) do mesmo. Os principais produtos de exportação são: café, sementes oleaginosas, feijão, flores, cana-de-açúcar, trigo, milho, sorgo e cevada. A indústria ainda possui pouca representatividade e as que existem estão ligadas à produção tradicional, como alimentos, couros, têxteis, entre outros. A economia do país é uma das mais atrasadas do mundo, o que resulta num quadro social desolador, pois aproximadamente 50% da população são consideradas subnutridas, com intensidade crônica.

Informações gerais

Nome: República Federal Democrática da Etiópia.

Bandeira:

Brasão:

Capital: Addis Ababa, com cerca de 2,7 milhões de habitantes.

Gentílico: etíope ou etiopiano.

Língua oficial: amárico.

IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): 0,328 (baixo).

Esperança de vida: 52,2 anos.

Mortalidade infantil: 91,92/ mil nasc.

Moeda: birr etíope.
 
Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

Filipinas

Bandeira da Filipinas.
Bandeira da Filipinas.
 
Filipinas é um país asiático localizado no sudeste asiático, na zona intertropical do planeta. Seu território é constituído por ilhas, ou seja, um arquipélago; possui uma população estimada de 92 milhões de habitantes, que estão distribuídos sobre um território de 300 mil Km² de extensão.


Manila, capital das Filipinas.

O arquipélago que corresponde ao território das Filipinas possui 7 107 ilhas. Por estar localizado na zona intertropical da Terra, o país possui um clima do tipo tropical úmido. As temperaturas são elevadas, com uma média de 26,5°C ao ano.
De acordo com as Filipinas, existem três estações: uma quente (março a maio), uma chuvosa (junho a novembro) e uma fria (dezembro a fevereiro).

As ilhas que constituem o arquipélago têm origem vulcânica e apresentam um relevo acidentado, o ponto mais elevado se encontra no monte Apo, com 29 545 metros acima do nível do mar. Existem vulcões ativos, como por exemplo, o Pinatubo. Além disso, o território está na rota dos tufões do Pacífico, por ano ocorrem no país cerca de dezenove.

Entre as atividades econômicas desenvolvidas no país, a principal é a industrialização de alimentos. Na agricultura se destaca na produção de copra, milho, cânhamo, arroz, cana-de-açúcar e tabaco. O seu subsolo abriga importantes jazidas de cromo, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês e prata.

Informações diversas

Nome: República das Filipinas.

Gentílico: filipino.

Bandeira:

Brasão:

Capital: Manila.

IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): 0,638 (médio).

Esperança de vida: 71,3 anos.

Mortalidade infantil: 23,1/mil nasc.

Alfabetização: 92,6%.

Site oficial: www.gov.ph
 
Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

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